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IA aplicada para operadoras, saúde.

Triagem clínica, prontuário eletrônico, autorização de procedimentos e gestão regulatória — sem comprometer privacidade.

Visão geral

O que entregamos nesse vertical.

Operadoras · Hospitais · Healthtechs

Saúde

Triagem clínica, prontuário eletrônico, autorização de procedimentos e gestão regulatória — sem comprometer privacidade.

−45%glosas técnicas
+3xvelocidade de triagem
99,2%acurácia em codificação
Aplicações
  • 01Triagem assistida e prevenção
  • 02Prontuário com NLP e codificação CID
  • 03Autorização e auditoria de contas
  • 04Atendimento humanizado em escala
  • 05Compliance LGPD e ANS
Posicionamento

IA em saúde não substitui o médico — eleva o tempo dele.

O ganho real em saúde não é automação cega — é devolver tempo ao profissional clínico pra casos onde julgamento humano importa. Codificação, glosa, triagem e estruturação de prontuário consomem horas que deveriam ir pra paciente. IA bem desenhada faz o caminho inverso da burocracia.

Em números

O que muda quando IA entra no fluxo clínico.

−0%glosas técnicas em operadoras com conferência automática
+0×velocidade de triagem ambulatorial assistida
0%acurácia em codificação CID-10/11 com revisão humana
−0%tempo de prontuário estruturado por consulta
Sob o capô

Stack desenhado pra dado clínico.

Dado de saúde tem regulamento específico (LGPD + ANS + diretrizes hospitalares) e exige isolamento por padrão. Composição abaixo é a que aparece em implantações em hospitais e operadoras de médio/grande porte.

Modelos

  • Self-hosted (Llama/Mistral)Default em ambiente com dado clínico identificável.
  • Claude com BAAPra casos onde latência exige modelo grande.
  • Modelos especializados (BioBERT, ClinicalBERT)Em fluxos de NER médico.

Integração hospitalar

  • HL7 FHIR APIPadrão pra TASY, MV, Soul MV, Wareline.
  • DICOM gatewayImagens de exame com isolamento por estudo.
  • Webhook customPra sistemas legados sem API.

Privacidade

  • Redaction automática de PII/PHIAntes de qualquer chamada de modelo.
  • ACL por médico/setorNenhum dado cruza fronteira sem permissão.
  • Logs de acesso assinadosPra auditoria interna LGPD/ANS.
Compliance

O que regula IA em saúde — e o que muda na arquitetura.

Saúde no Brasil tem 3 reguladores que se sobrepõem (ANS, ANVISA, ANPD). Tratamos cada um como restrição de design, não como aprovação de fim de linha. POC sem clearance jurídico não vai pra produção.

LGPDLei Geral de Proteção de Dados — dados sensíveis

Dado de saúde é categoria sensível. Exige base legal específica, DPIA prévio, ACL granular e retenção mínima. Implantamos com redaction default e logs de acesso prontos pra ANPD.

ANS RN 305Resolução Normativa ANS

Padroniza operação de operadoras de saúde. Quando IA entra em autorização, codificação ou glosa, exige rastreabilidade da decisão e capacidade de revisão humana documentada.

ANVISA RDC 657Software como Dispositivo Médico

IA que toma decisão clínica (diagnóstico, dosagem, conduta) entra em classificação de SaMD. Acompanhamos ciclo de desenvolvimento e documentação técnica desde o primeiro protótipo.

TISSTroca de Informação em Saúde Suplementar

Padrão obrigatório pra trânsito de dado entre operadora, prestador e paciente. Modelos consumindo TISS respeitam vocabulário e cardinalidade originais.

CFM 2.314Telemedicina e ato médico

Define limites do ato médico em ambiente digital. IA assiste, não substitui — toda decisão clínica precisa de profissional habilitado registrado no fluxo.

Em produção

Resultados em saúde.

−45%

Glosas técnicas · operadora

Conferência automática entre prontuário, contrato e nota fiscal. Glosas técnicas caíram 45% sem aumentar fricção com prestador.

+3×

Triagem ambulatorial · hospital

Triagem assistida por IA acelerou priorização em 3× e reduziu casos perdidos por demora. Médico revisa todos os casos críticos.

99,2%

Codificação CID · operadora regional

Codificação automática de prontuário em CID-10/11 com revisão humana. Acurácia 99,2% medida em gold-set quinzenal.

04 · Método LA AI

Da hipótese à operação.

Cinco passos que evitam pilotos eternos. Cada etapa tem entregáveis, métricas e gates de decisão.

M1

Diagnóstico

Mapa de oportunidades, valor estimado, prontidão de dados.

2–3 sem.
M2

Estratégia

Roadmap priorizado, arquitetura de referência, governança.

2 sem.
M3

Prova de Valor

POC com critério de produção e métrica de negócio definidos.

4–6 sem.
M4

Implantação

Modelo, integrações, segurança, observabilidade e UX.

6–12 sem.
M5

Operação Contínua

Evolução, fine-tuning, eval suite, custo por uso, novas features.

Recorrente
Perguntas frequentes

Sobre IA em saúde.

Como vocês tratam dados sensíveis de saúde?

LGPD + diretrizes ANS. Em ambientes hospitalares com dado clínico, defaulted pra modelo self-hosted, redaction de identificadores e ACL por usuário.

Funciona com sistemas hospitalares como TASY ou MV?

Sim. Integramos via API HL7/FHIR ou direto na base do sistema, dependendo do que o cliente preferir e o que o fornecedor permitir.

Substitui o auditor médico?

Não. Eleva o auditor a tomar decisões só nos casos limítrofes — automatiza os casos óbvios e libera o tempo do humano pra onde julgamento clínico é essencial.

Compliance ANVISA pra dispositivo médico?

Quando o caso de uso entra em classificação de dispositivo médico, alinhamos o ciclo de desenvolvimento e documentação com o requisito ANVISA. Não toda IA em saúde precisa disso.

Autoridade

Vanguarda aplicada. Construída por quem entende negócio, modelo e código.

01Reference brandsPosição executiva ao lado de Claude, GPT, Mistral e modelos próprios — escolhidos por critério, não por moda.
02Setores reguladosBancos, indústria, saúde e governo. Onde compliance é tão importante quanto performance.
03Equipes integradasEngenheiros de ML, arquitetos, designers e estrategistas. Um único interlocutor sênior.
04CompromissoVocê sai da experimentação. Garantido em contrato com gates de produção.
Próximo passo

Pronto para tirar a sua IA do laboratório e colocar em produção?

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